Ecos do lançamento do meu livro “Repórter de Sombras e Esperança: A fotogtafia como testemunho da reportagem
O lançamento do meu livro “Repórter de Sombras e Esperança: A fotogtafia como testemunho da reportagem” reuniu no passado dia 22 de Abril de 2026, na sede do BCI em Maputo, um leque alargado de figuras institucionais, académicas e profissionais da comunicação, confirmando o peso e o alcance da obra no panorama nacional.
Entre os presentes, destacaram-se os antigos Primeiros-Ministros Carlos Agostinho do Rosário e Adriano Maleiane, cuja presença conferiu dimensão política e simbólica ao evento. O acto contou igualmente com uma forte representação do Gabinete do Primeiro-Ministro, incluindo assessores, directores e funcionários, evidenciando o reconhecimento institucional do percurso do autor.
O sector da comunicação social marcou presença ao mais alto nível, com o Presidente do Conselho de Administração e o Director Editorial do Notícias, bem como jornalistas daquele diário e do jornal Domingo. Também estiveram presentes profissionais da agência LUSA, reforçando a dimensão internacional do encontro.
No plano diplomático, o evento contou com a presença do Embaixador da Palestina em Moçambique, na qualidade de decano e representante do corpo diplomático acreditado no país, sinalizando o interesse além-fronteiras pela obra e pelo percurso do autor.
Diversas instituições públicas e privadas fizeram-se representar, entre elas o Banco de Moçambique, o Ministério da Defesa, o Ministério do Interior, o Ministério da Educação e Cultura, bem como a Electricidade de Moçambique. Marcaram igualmente presença o Conselho Municipal de Maputo e o Centro de Integridade Pública.
O evento reuniu ainda representantes de organizações culturais e profissionais, como a Companhia Nacional de Canto e Dança, o Sindicato Nacional dos Jornalistas, o Centro de Documentação e Formação Fotográfica e o ProAzul.
No campo académico, estiveram presentes docentes, investigadores e o Magnífico Reitor da Universidade Pedagógica, além de estudantes e profissionais ligados ao fotojornalismo.
A diversidade das entidades presentes reflecte não apenas o reconhecimento institucional da obra, mas também a relevância do seu conteúdo para áreas como a comunicação, a governação, a cultura e a investigação. O lançamento afirmou-se, assim, como um espaço de convergência entre diferentes sectores da sociedade, unidos em torno da fotografia como instrumento de memória, denúncia e esperança.
Na imprensa, esteviveram presentes os seguintes orgãos: TVM, RM, STV, Gungu TV, Noticias e Domingo.
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